Mediadores do Museu Théo Brandão recebem capacitação

Publicado em 18 Nov 15


Atividades visaram aprimorar a dinâmica do circuito

Layane Brasil - estudante de Jornalismo

 

Durante o mês de março de 2015, os mediadores do Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore (MTB) participaram de uma oficina de capacitação, em que tiveram a oportunidade de aperfeiçoar o trabalho realizado nas salas de exposição. O evento foi ministrado pelo museólogo Júlio Chaves, pela cientista social Nadja Rocha e pela técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN),Greciene Lopes.

 

Dividida em duas etapas, as atividades se concentraram, num primeiro momento, em palestras. Na oportunidade, foram trabalhadas temáticas como museologia e folclore, ações educativas, o trabalho com os diversos públicos e o público do museu.

 

Já num segundo momento,o objetivo foi colocar a teoria em prática. Para tanto, os coordenadores e mediadores percorreram todo o circuito da exposição de longa duração do MTB e travaram discussões em cada sala. “Queríamos instigá-los a ver, na própria prática deles, o que estão fazendo. Não foi uma oficina para ensiná-los a mediar, mas para fazer apontamentos e reflexões. Esses dias foram pura provocação. Vim aqui para discutir sobre  ação educativa, que é tema das minhas pesquisas de mestrado e doutorado e fazer a experiência prática.", explica Greciene.

 

Como resultado desse mês de imersão, as primeiras mudanças começam a  ser implantadas. Entre elas está a criação de um grupo de estudos e a avaliação das visitas pelo público. “Nossa intenção é que os monitores possam ter um programa de formação contínua no MTB, que aproxime conceitos discutidos em sala de aula, da atividade de mediação que eles fazem, seja na Educação, na História, na Antropologia, na Museologia, nas Artes, etc”, aponta a diretora do MTB, Fernanda Rechemberg.

 

Os mediadores aprovaram a iniciativa e já se empenham em realizar as mediações a partir do que foi trabalhado na oficina. "A experiência foi bacana para nós, mediadores, porque acabamos tendo um contato maior com a realidade de outros museus do país. E acabamos compreendendo o que deve ser feito para levarmos ao público o conhecimento sobre o MTB da melhor maneira possível", salienta o mediador Klebson Cândido.


 





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