Identidade, narrativa e emoção no Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore

Publicado em 10 Abr 19


Wagner Neves Diniz Chaves*

 

A relação entre os museus e a construção de identidades coletivas é perpassada por representações, tanto de “si”, comuns nos chamados museus nacionais ou regionais, como do “outro”, mais recorrente no caso dos museus de etnografia e antropologia. Partindo de uma etnografia da exposição de longa duração do Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore (MTB) da Universidade Federal de Alagoas, localizado em Maceió, com o foco direcionado tanto para as narrativas (exibidas e subjacentes) quanto para as interações das pessoas com os objetos, o propósito deste texto é discutir como, nesse museu particular, a construção da identidade (do sentimento de pertencimento a uma coletividade) se estrutura a partir de uma relação com a alteridade mediada por objetos que evocam práticas, saberes, fazeres e crenças associadas aos universos do folclore e da cultura popular alagoana. 

 

Leia o texto completo no link abaixo:

 

https://drive.google.com/file/d/1i7SpbMXYK6p9inSM4Oc0xKO5MwUwWMue/view?usp=sharing

 

* Wagner Neves Diniz Chaves é doutor em Antropologia Social pela UFRJ, foi diretor do Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore e é professor da UFRJ. 





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